Hoje juntou-se um grupo bastante grande junto ao Continente. Arranquei com o Salavessa e o Rui, para logo se juntar o Sr. António junto à Rotunda da Europa. A nós juntou-se também o restante grupo, que entretanto arrancara do Continente, e saímos de Castelo Branco em direcção a Escalos de Baixo, Escalos de Cima, com passagem pela ponte de S. Gens para seguirmos depois para Oledo.
A chegada a Idanha-a-Nova separou o grupo em dois, pois os objectivos de treino e andamentos eram diferentes. Fomos beber café ao Café/Restaurante O Moinho, um local situado na zona industrial de Idanha-a-Nova, enquanto os outros continuavam o seu percurso.
A zona de Idanha-a-Nova é recordada, para quem a conhece, pelas suas extensas e belas paisagens de campo a perder de vista. São inúmeras as propriedades rurais, os vestígios romanos, e ainda um sem fim de zonas onde o acesso é difícil, mas que, com um bom par de ténis ou uma BTT, é possível descobrir um lado mais selvagem e pouco explorado.
Esta vila foi ocupada na época romana, tendo sido fundada em 1187 pelo mestre templário D. Gualdim Pais, o qual mandou construir o castelo. Em 1206 D. Sancho I concedeu-lhe foral, passando assim a vila, sendo depois doada aos templários. Em 1229 D. Afonso II confirma o foral e a doação, e denomina-a Idanha-a-Nova. Em 1519 o foral foi renovado por D. Manuel I, que ficou admirado com o progresso local. Do castelo já pouco existe, sendo agora um espaço nivelado onde se realizam exposições e actividades semelhantes. No entanto, no cimo do que resta dele, a paisagem sobre Idanha-a-Nova e arredores é de grande beleza.
A zona de Idanha-a-Nova é recordada, para quem a conhece, pelas suas extensas e belas paisagens de campo a perder de vista. São inúmeras as propriedades rurais, os vestígios romanos, e ainda um sem fim de zonas onde o acesso é difícil, mas que, com um bom par de ténis ou uma BTT, é possível descobrir um lado mais selvagem e pouco explorado.
Esta vila foi ocupada na época romana, tendo sido fundada em 1187 pelo mestre templário D. Gualdim Pais, o qual mandou construir o castelo. Em 1206 D. Sancho I concedeu-lhe foral, passando assim a vila, sendo depois doada aos templários. Em 1229 D. Afonso II confirma o foral e a doação, e denomina-a Idanha-a-Nova. Em 1519 o foral foi renovado por D. Manuel I, que ficou admirado com o progresso local. Do castelo já pouco existe, sendo agora um espaço nivelado onde se realizam exposições e actividades semelhantes. No entanto, no cimo do que resta dele, a paisagem sobre Idanha-a-Nova e arredores é de grande beleza.
Após a merecida paragem para repôr as energias, seguimos em direcção a Proença-a-Velha, virando para S. Miguel d'Acha. Conversa puxa conversa, entre rectas e subidas, subidas, e subidas, lá fomos até Orca, Zebras, Vale da Torre, e por fim Lardosa, com nova paragem, desta vez porque o nosso companheiro B. Caldeira estava a caminho para se juntar a nós, não por se ter levantado tarde do ninho, mas por já ter ido a Lisboa efectuar um serviço. Uns divertem-se, os outros trabalham! Alguém tem que levar este país para a frente.
E desta vez sim, Castelo Branco, a nossa cidade maravilhosa!
Boas pedaladas a todos.

0 comments:
Post a Comment